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Em qual modelo de negócio investir para ter sucesso com sua ótica?

O mercado ótico brasileiro é extremamente competitivo e, para se destacar dentro desse ecossistema empresarial cheio de oportunidades, mas também desafiador, os empreendedores precisam desenhar estratégias eficientes que levem em conta tanto as características macroeconômicas do país (força do segmento, tendências de consumo em uma região, indicadores de mercado), quanto as particularidades de uma indústria ótica que vive uma dicotomia importante entre as grandes redes do setor e as companhias independentes que buscam caminhos para crescer com mais liberdade.

Dentro desse planejamento, uma questão complexa que faz parte do dia a dia de muitos dos empreendedores que estão iniciando uma jornada no mercado ótico envolve, justamente, o desejo de preservar o máximo de autonomia – inclusive para ter um retorno financeiro mais expressivo no médio e longo prazo – com o interesse em fortalecer a marca de sua ótica e contar com redes de apoio que podem auxiliá-lo a superar as dificuldades intrínsecas a qualquer jornada empresarial.

Um dos fatores decisivos para essa resposta, por sua vez, envolve a escolha de um modelo de negócio adequado aos anseios e objetivos de crescimento do empreendedor. E, atualmente, pensando na realidade do mercado ótico, há dois modelos principais que podem ser escolhidos pelo investidor. Confira abaixo um resumo sobre cada um deles:

Óticas independentes

 Ao abrir uma ótica independente o empreendedor, basicamente, está assumindo para si os riscos, mas também todos os potenciais ganhos de uma jornada no mercado ótico. Vale salientar que, sobretudo em um ecossistema de negócios tão amplo e diversificado quanto o brasileiro, será preciso considerar uma série de fatores para essa escolha, incluindo: a definição do ponto comercial; se haverá ou não concorrência direta com uma grande rede; qual o fluxo esperado de consumo e o potencial de investimento do empreendedor e quais os diferenciais de mercado que serão oferecidos.

Como pontos positivos, estamos falando de um modelo no qual o empreendedor é realmente livre e dono do seu negócio para tomar as decisões que acredita serem mais coerentes localmente, podendo assim traçar uma estratégia de crescimento própria. Além disso, ele abre mão de royalties e taxas de marketing que, inevitavelmente, consomem boa parte de seu faturamento.

Em contrapartida, por não fazer parte de um modelo previamente testado e nem contar com o apoio de uma rede consolidada e com branding forte no mercado, desafios importantes precisarão ser enfrentados: da formação de acordos vantajosos com fornecedores à necessidade de investir, por conta própria em formação de equipes, tecnologia, marketing e desenho de estratégias gerenciais.

Franquias

 As franquias constituem um modelo de negócio tradicional e bastante conhecido no mercado brasileiro que, dentre seus principais diferenciais, utiliza-se do peso de uma marca relevante no mercado ótico para conseguir bons acordos com fornecedores, usualmente conta com uma boa estrutura de marketing e de suporte gerencial, além de oferecer serviços de qualidade a partir da força de um negócio cuja capacidade de escala já foi comprovada no país.

Por outro lado, no modelo de franquias, o empreendedor não é realmente livre para tomar suas decisões gerenciais, tendo que se adequar a um protocolo, regras comerciais, cláusulas contratuais, de imagem e de processos que limitam a autonomia de um investidor de modo considerável. Por fim, ele precisará considerar pesados custos de marketing e royalties que, em nome da segurança do modelo, diminuirão seu faturamento diretamente.

Mas e se te dissermos que existe um terceiro caminho que une o melhor destes dois mundos? Estamos falando das comunidades óticas!

 Comunidades óticas

Quer saber como funcionam as comunidades de óticas independentes que têm movimentado o segmento ótico do Brasil e do mundo? Se pudéssemos resumir, de modo bastante sintético, como atuam as comunidades independentes presentes no segmento ótico, não poderíamos esquecer de quatro pilares fundamentais:

  • Princípios compartilhados;
  • Independência na gestão;
  • União para conquistar melhores condições de compra junto aos fornecedores;
  • Custos realmente reduzidos de adesão.

As comunidades têm também outro diferencial importante: graças a independência nos modelos de gestão, os associados podem compartilhar diferentes visões de negócio e suas experiências para superar desafios, criando assim uma rede de conhecimento e networking, ao invés de se aterem a um modelo de empreendimento único e com pouca liberdade para a inovação.

Além disso, nas comunidades independentes, o associado pode buscar suporte em diferentes áreas que vão do marketing à implementação de novas tecnologias; da formação de colaboradores ao reforço de conhecimentos em gestão. Tudo isso sem obrigatoriedade, com o associado podendo traçar a estratégia de crescimento que julgar mais adequada para o seu negócio.

E o melhor: ao contrário de modelos tradicionais, como as franquias, nas comunidades independentes você não contará com altas taxas de adesão para abertura do seu negócio, além de royalties mensais e custos de marketing que, no fim das contas, irão comprometer parte considerável da sua receita.

Em outras palavras: para quem está buscando uma jornada que una independência + suporte estratégico para o crescimento, sem dúvidas, as comunidades são o caminho mais inteligente para se ter sucesso no mercado ótico

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Disrupção do modelo de franquias

 

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