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[CECOP Talks] Ótica Santa Luzia fala estratégias para consolidação e expansão no município de Goianésia

Com 30 anos de atuação, a Ótica Santa Luzia é uma importante ótica do município de Goianésia, em Goiás, sendo a mais tradicional e moderna da região, fundada pela empresária Valdete de Lima. Conversamos com Maico Lima, Gerente Financeiro da Ótica Santa Luzia, sobre como é importante que óticas independentes se afiliem a instituições para obterem vantagens e os melhores resultados.

Na entrevista, Maico comenta também que, para que uma ótica independente tenha sucesso, é fundamental que os empreendedores busquem inovação e treinamentos específicos para ajudar no crescimento do empreendimento. “Quando você tem um conhecimento e informações sobre a área, passa a ter uma visão totalmente ampla sobre os seus negócios e isso é como uma bússola para qual seria o melhor caminho a se tomar para o sucesso”, pontuou. Confira!

 

CECOP Brasil: Por favor, nos conte a história da Ótica Santa Luzia.

Maico Lima: Nossa história tem início em agosto de 1992 em Goianésia, no estado de Goiás. Quando começamos, a cidade possuía apenas 40 mil habitantes. Ao longo dos anos, repetimos mais ou menos o que empresas familiares de óticas fazem. Uma empresa que foi fundada por um patriarca, uma matriarca e, com o tempo, vai sendo passada para outra pessoa por meio de sucessão.

A fundadora da loja foi a minha mãe, a Valdete, e, desde então, ela está na ativa. Há cerca de três anos, assumi a parte do negócio, ajudando-a na parte financeira, de marketing, inovação, tecnologia e na busca por fornecedores. Mas como ela é bem conhecida no setor, os clientes chegam e procuram sempre por ela, por toda essa confiança que temos passado ao longo desses 30 anos de loja.

 

C: O que planejam para os próximos meses?

Maico: Estamos procurando um modelo de negócio escalável ainda, replicando algumas ações que hoje estão dando certo para ver se continuamos e abrimos outras óticas, com o objetivo de atingir o médio norte goiano, que é uma região que está começando a se expandir.

 

C: Como funciona a atuação da Ótica Santa Luzia com a CECOP?

Maico: Conhecemos a CECOP pela internet. A proposta deles me agradou muito – de comunidade ativa – até porque, juntos, temos uma ideia melhor do que sendo somente um franqueado, por exemplo. Você continua independente, só que mais forte e foi isso que me interessou. Conhecemos mais sobre a CECOP na AJORSUL e nossa parceria se estreitou cada vez mais.

O fato de sempre estarem buscando fornecedores, descontos ou o fato de tentarmos negociar uma taxa de máquina de cartão melhor, essas ações do dia a dia que o pequeno empreendedor enfrenta, nos ajuda muito. Quando você é pequeno, não tem um poder de compra muito grande, o fato de estar associado a um grupo que tenha um desconto melhor, ou uma associação que busca realmente um interesse do setor, faz toda a diferença.

Eu avalio essa parceria com uma visão muito positiva. Inclusive, fiz o programa junto com a FIA e o networking desenvolvido lá foi extremamente bom. Acabamos aprendendo muito. Utilizamos também o CECOP Pay e, recentemente, aderi à maquininha.

 

C: Quais os benefícios que enxergam desta parceria com a CECOP?

Maico: O primeiro é a inovação. O fato de sempre estar trazendo aspectos positivos do mercado ótico, as parcerias com fornecedores e um networking, isso implementa muito na inovação da empresa, ou seja, deixa a gente bem-informado e atualizado.

O segundo fator é que, por meio da inovação, você adquire uma carga de conhecimento e informações, o rumo que está tomando o mercado e como isso está acontecendo. Outro benefício que poderíamos citar é essa questão dos fornecedores. Para a pequena ótica, ter esse poder de negociação é ótimo.

 

C: Qual é a importância de ter a CECOP como parceira da Ótica Santa Luzia?

Maico: O principal fator é o engajamento com outros donos de óticas do mercado. Quando estávamos fazendo o curso em parceria com a FIA, ainda tinha muitas dúvidas acerca de minhas práticas financeiras, como é o caos: será que estou no marcando certo? Será se estou tendo um retorno?  Ou será se meu ticket médio está bom?

E quando estávamos falando sobre isso, tínhamos uma troca de experiências. Quando você tem um conhecimento e informações sobre a área, passa a ter uma visão totalmente ampla sobre os seus negócios e isso é como uma bússola para qual seria o melhor caminho a se tomar para o sucesso

 

C: Como vocês se sentem tendo essa independência, já que, mesmo tendo a CECOP como parceira, vocês têm liberdade para tomar as próprias decisões?

Maico: O que vende melhor aqui não necessariamente vai vender melhor para uma ótica lá no Rio de Janeiro ou em São Paulo, por exemplo. Exposição de vitrine e público-alvo variam bastante. Entendo que cada região acaba tendo a sua particularidade muito forte. Tem lugar que na porta da loja tem balões para atrair as pessoas e dá muito certo, agora em outros lugares pode ser que não dê certo.

Não sendo um franqueado, você tem essa plena liberdade e o que eu acho mais importante é eu ter a minha autonomia de escolher o que eu quero comprar e do jeito que eu prefiro. Sabemos que quem entra em uma franquia e não tem muito conhecimento do negócio, acaba aceitando muita regra. Quando estávamos na FIA, conversamos sobre isso. Tinha empresário que estava franqueado e saiu da franquia porque era até abusivo em alguns momentos. Por exemplo, você só podia comprar de uma certa marca ou expor de tal jeito, e isso tira a sua liberdade. Talvez tire até o espírito empreendedor.

 

C: Você indicaria a CECOP para outras óticas que querem se associar?

Maico: Com certeza eu indicaria CECOP para óticas Independentes. Já até conversei com amigos que têm óticas na cidade, se talvez todos nós fossemos associados à CECOP, poderíamos ter até um poder de ação melhor. Essa força da comunidade é importante e extremamente positiva.

 

 

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