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A disrupção definitiva do modelo de franquias

O ambiente econômico global vive de ciclos e, sobretudo no contexto atual do mercado – em que novos modelos de negócio surgem a todo momento e quebram os paradigmas de segmentos até então vistos como tradicionais – os empreendedores precisam ficar atentos às tendências de seu setor, de modo que possam investir com mais assertividade e garantir um retorno financeiro positivo nesse momento de retomada da economia.

Pensemos, por exemplo, no investimento em uma franquia. Antes de tudo, é justo afirmar que esse modelo parte de um pressuposto bastante válido: ao aportar capital em uma marca já reconhecida no mercado, ao menos em tese, o empreendedor tem boas chances de escalar seu negócio e pode contar ainda com o suporte da franqueadora em campos como o marketing ou o planejamento estratégico de vendas, por exemplo.

O X da questão que envolve o mercado de franquias é que, para contar com esse market share e apoio operacional, o empreendedor acaba despendendo boa parte de seu faturamento para arcar com custos de royalties, fundo de marketing e outras taxas mensais que, no fim das contas, reduzem as possibilidades de ganhos realmente expressivos para aquele investidor.

Além disso, outro ponto que não pode ser ignorado é que, ao investir em uma franquia, na prática, o empreendedor não tem total controle sobre a tomada de decisões estratégicas em seu negócio, tendo de se submeter às políticas gerenciais da marca franqueadora desde a etapa de treinamento de equipes até pontos que envolvam planos de expansão regional, por exemplo.

Diante deste panorama, a busca por alternativas ao mesmo tempo mais rentáveis e que deem mais liberdade e independência para os investidores têm crescido no Brasil e no mundo, abrindo espaço para novos modelos de negócio que, literalmente, têm promovido uma disrupção no segmento de franquias.

Comunidades independentes: o presente e o futuro do modelo de franquias

É o caso das comunidades independentes que se expandiram em diversos setores do varejo global e que já vêm assumindo um protagonismo em diferentes segmentos da economia brasileira ao longo dos últimos anos.

No segmento ótico, por exemplo, a CECOP foi uma pioneira na difusão do conceito de comunidades independentes. Presente em 10 países e com mais de 7,5 mil óticas associadas em todo o mundo (mais de 1,2 mil só no Brasil), desde 2010 a CECOP está presente no Brasil e apoia empreendedores em todo o país a se tornarem mais fortes e competirem de igual para igual com as grandes redes da indústria ótica.

Mas, afinal, como funcionam essas comunidades e por que elas oferecem uma alternativa mais vantajosa para os investidores em relação às franquias? Se pudéssemos resumir, de modo bastante sintético, como atuam as comunidades independentes presentes no segmento óptico, teríamos de citar quatro pilares fundamentais:

  • Princípios compartilhados;
  • Independência na gestão;
  • União para conquistar melhores condições de compra junto aos fornecedores;
  • Custos realmente reduzidos de adesão.

As comunidades têm também outro diferencial importante: graças a independência nos modelos de gestão, os associados podem compartilhar diferentes visões de negócio e suas experiências para superar desafios, criando assim uma rede de conhecimento e networking, ao invés de se ater a um modelo de empreendimento único e com pouca liberdade para a inovação.

Além disso, nas comunidades independentes, o associado pode buscar suporte em diferentes áreas que vão do marketing à tecnologia; da formação de colaboradores aos conhecimentos em gestão. Tudo isso sem obrigatoriedade, com o associado podendo traçar a estratégia de crescimento que julgar mais adequada para o seu negócio.

Com tudo isso, é possível inferir que as comunidades independentes unem o melhor dos dois mundos: como no mercado de franquias, o empreendedor poderá contar com o market share e a rede de apoio estratégico (ainda mais completo) que uma grande marca pode oferecer – inclusive para conseguir melhores condições de negociação junto a fornecedores – e ele poderá ter a liberdade que precisa para crescer de verdade e com total independência.

Se você ainda tem dúvidas e deseja se aprofundar mais no tema de como as comunidades independentes estão revolucionando o mercado, não deixe de conferir nosso e-book que explica, com estudos de caso e dados de mercado, como esse modelo propõe a disrupção definitiva das franquias!

Esperamos que aprecie a leitura e até a próxima!

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